A história por trás do PinballGodfather

PinballGodfather e o sonho de um menino

PinballGodfther nasceu da paixão de um menino pelas máquinas de fliperama.

Por Caho Lopes

Eu nasci e cresci em Porto Alegre. Quando garoto, na década de 70, era office boy e passava os dias circulando pelas ruas do centro de sua cidade. Foi entre um serviço e outro que conheci as máquinas de pinball, maravilhosas com suas luzes e sons, convidando quem passava a jogar uma partida, oferecendo em troca apenas diversão e, para aqueles que faziam grandes pontuações, uma ou outra partida grátis. Fui logo seduzido pelo jogo. Muitas vezes, sem dinheiro para comprar uma ficha, ia ao fliperama apenas para ver as máquinas piscando com seus sons e cores, observar os outros jogadores com suas habilidades, artimanhas e estratégias.

O tempo passou, aquele menino cresceu, casou, teve filhos. Escreveu livros, tornou-se empresário. Mas a paixão pelo pinball continuava, apesar de ver cada vez menos fliperamas em minha cidade: todos iam fechando, sem conseguir enfrentar a concorrência do videogame. Os fliperamas eram fechados e em seu lugar iam surgindo bingos, caça níqueis…

Em 2008 comprei minha primeira máquina de pinball: uma Fish Tales, completamente destruída devido ao desleixo de seus donos anteriores. Levei 5 anos limpando, reformando e comprando peças no exterior. E nunca mais parei de colecionar.

No auge de minha coleção a Fish Tales era um dos destaques. Juntaram-se a ela duas eletromecânicas (Doozie e Klondicke), uma Sega (Lost In Space), uma Williams Pinball 2000 (Star Wars Episode 1), algumas Williams (Medieval Madness, Tales Of The Arabian Nights), duas Data East (Tommy e Star Wars), duas Bally (Twilight Zone e Cirqus Voltaire), uma Midway (Scared Stiff – Elvira para os íntimos) e duas Taito (Rally e Cosmic).

Mas não era o número de máquinas que me interessavam: todas máquinas eram itens “Fora de Série”, seja pela conservação, pelo estado de novo de suas peças, por suas lâmpadas led (cada uma delas utiliza jogos de lâmpadas led SMD especificamente formatados para aquele jogo), por seus mods… Era realmente um prazer jogar naquelas máquinas.

Acredito que pinball é muito mais do que um jogo. É se emocionar com os desenhos dos backglasses, é decifrar as estratégias de cada máquina. É se deleitar com a maneira com que a luz se derrama sobre o playfield, desliza sobre os plásticos, iluminando um mundo repleto de sonhos e imaginação. É jogar pelo prazer de jogar, sim, mas sabendo que a máquina reage, se revela ao bom jogador, se ressente do mau perdedor. Pinball é o jogo de quem mantem uma criança dentro de si, pronta para se divertir com luzes, cores e sons. E uma boa dose de desafio!

https://youtu.be/VOZRQAr3Z9k

Por diversos motivos, me desfiz da maior parte da coleção de máquinas de pinball. Mas voltei-me a outra paixão: os videogames.

Passei pelo TeleJogo Philco na década de 70, Atari, MegaDrive, SuperNess… Hoje jogo com o filho e netos em um PlayStation 4. E de vez em quando um Overwatch no PC, usando o nick que me acompanha há 30 anos.

Foi aí, com as dificuldades de se inserir um cartão de crédito na PlayStation Store e de encontrar sites confiáveis para comprar cartões pré pagos, com entrega imediata, que surgiu a ideia deste portal.

Mas estamos aqui mais do que para vender: queremos compartilhar histórias, trocar experiências, contar com a participação dos clientes e amigos.

Se não for para estreitar convivências, de que serve um bom jogo afinal?

Bem vindo!

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